Contabilidade para médicos em São Paulo

Contabilidade para médicos que pagam imposto demais

Plantonista, consultório ou clínica: com o CNPJ e o regime tributário corretos, a carga de imposto do médico cai de forma legal e significativa.

Por que tantos médicos migram para PJ

Como pessoa física, o médico que recebe por plantões, consultas ou repasses de clínica cai na tabela do Imposto de Renda e chega rapidamente à alíquota máxima de 27,5%, além do INSS.

Atuando como pessoa jurídica no Simples Nacional, o mesmo profissional pode ter uma carga tributária efetiva bem menor — e ainda deduzir despesas ligadas à atividade.

Mas atenção: não basta abrir um CNPJ qualquer. O enquadramento errado (CNAE inadequado, anexo tributário errado, falta do Fator R) pode fazer o médico pagar mais imposto como PJ do que como pessoa física. É aqui que a contabilidade especializada faz diferença real no seu bolso.

Analisamos o seu caso concreto — quanto você fatura, como recebe, se tem folha de pagamento — e definimos o cenário mais econômico dentro da lei.

Contabilidade que entende a rotina médica

Enquadramento correto no Fator R

O Fator R define se você paga pelo Anexo III (mais barato) ou pelo Anexo V. Estruturamos sua empresa para o cenário mais vantajoso.

Abertura de CNPJ médico

Cuidamos do CNPJ, do CNAE certo para atividade médica, da inscrição municipal e da liberação para emitir nota fiscal.

Atendemos plantonista e consultório

Seja recebendo de hospitais, de clínicas ou direto do paciente, ajustamos a estrutura ao seu modelo de recebimento.

Sem precisar sair do plantão

Tudo pelo WhatsApp e com assinatura digital. Nada de deslocamento para resolver burocracia.

Os quatro erros que mais custam ao médico PJ

Todos eles são legais de corrigir — e a correção costuma se pagar no primeiro mês.

Pró-labore no mínimo

É o erro nº 1. Definir o pró-labore no salário mínimo derruba o Fator R e joga a empresa no Anexo V (15,5%) em vez do Anexo III (6%). "Economizar" no INSS custa caro no imposto.

CNAE genérico

Registrar a atividade com um código de consultoria em vez do CNAE médico correto. Isso muda o anexo tributário e pode impedir o registro no CRM da pessoa jurídica.

Distribuição de lucros no escuro

Retirar da empresa sem escrituração contábil regular. Sem ela, a isenção de IR é limitada a 32% do faturamento menos o Simples — o resto vira rendimento tributável.

Misturar PF e PJ

Receber parte por CPF e parte por CNPJ sem critério. Além de bagunçar o Fator R, chama atenção da Receita no cruzamento de dados.

Como começamos

Tudo resolvido pelo WhatsApp, sem deslocamento e sem burocracia.

Simulação tributária gratuita

Você informa quanto fatura hoje e como recebe. Mostramos, na prática, quanto pagaria de imposto como PJ.

Abertura ou migração do CNPJ

Se ainda não tem empresa, abrimos. Se já tem e o enquadramento está errado, corrigimos.

Estruturação do Fator R

Organizamos pró-labore e folha para enquadrar sua empresa no anexo tributário mais econômico.

Rotina mensal

Emissão de guias, notas fiscais, declarações e um contador disponível no WhatsApp para as suas dúvidas.

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Perguntas de médicos sobre PJ

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Na maioria dos casos com faturamento relevante, sim — a diferença costuma ser expressiva. Mas isso depende do quanto você fatura, de como recebe e das suas despesas. Por isso fazemos uma simulação gratuita antes de qualquer coisa: só faz sentido migrar se o número fechar a seu favor.
Não. A atividade médica é considerada intelectual e regulamentada, e está fora da lista de ocupações permitidas ao MEI. O caminho para o médico é abrir uma ME (Microempresa), normalmente como Sociedade Unipessoal ou SLU.
O Fator R é a relação entre a folha de pagamento (incluindo pró-labore) e o faturamento da empresa. Se a folha representar 28% ou mais do faturamento, a empresa é tributada pelo Anexo III, com alíquotas menores. Abaixo disso, cai no Anexo V, mais caro. Estruturar isso corretamente é uma das principais economias que entregamos ao médico.
Sim. Para registrar uma empresa com atividade médica é necessário o CRM ativo do responsável técnico, e a empresa também precisa ser registrada no Conselho Regional de Medicina.
Sim. É perfeitamente possível manter um vínculo CLT em um hospital e, ao mesmo tempo, atuar como PJ em plantões ou consultório particular. São relações jurídicas distintas e não há impedimento legal.
Em média de 5 a 10 dias úteis, contando o registro na Junta Comercial, a Receita Federal e a inscrição municipal. O registro no CRM da pessoa jurídica pode levar alguns dias adicionais.

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